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Material: Bacia com água, toalha, panos coloridos, velas acesas, crucifixo, pão grande, Bíblia, cd e cd-player para fundo musical, flores, duas faixas em cartolina, com os dizeres: “Façam isto em memória de mim!” “Façam o que Ele lhes disser!”.

 

Acolhida: Os participantes são acolhidos na porta e gentilmente acomodados nas cadeiras, que estarão em círculo. Todos se cumprimentam, num clima de alegria e fraternidade.

 

Mantra: De tal modo Deus me amou, de tal modo Deus me ama, de tal modo eu também quero amar!

 

Motivação: com poucas palavras, o animador faz a proposta da celebração: rezar as experiências cotidianas de amor, à luz da Palavra e do testemunho de Cristo na última ceia e aprofundar o sentido da Eucaristia como sacramento do amor. Conservar um fundo musical.

 

Recordação da vida

a) Nossa vidaSugerir aos participantes que, em silêncio, recordem bonitas experiências de amor, realizadas em família, na vida comunitária e social. Em seguida, partilhar algumas delas em dupla.

b) Vida de Jesus: lembrar alguns momentos significativos da vida de Jesus que revelam o amor infinito de Deus pelo ser humano (milagres, curas, encontros especiais,etc.).

c) Partilha: Dar oportunidade para que alguns partilhem suas experiências e, num segundo momento, citem os fatos da vida de Jesus que mais chamaram a atenção.

 

Escuta da Palavra

Canto: É uma luz, tua Palavra, é uma luz pra mim, Senhor! Brilhe esta luz, tua Palavra! Brilhe esta luz em mim, Senhor! (Enquanto canta-se, a Bíblia é solenemente entronizada, acompanhada de velas e flores)

Texto bíblico: Jo 13,1-17.34-35

Silêncio. Meditação. Partilha

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Reflexão dirigida

O animador, acolhendo as idéias dos participantes da celebração, ajude o grupo a perceber a profunda ligação existente entre a vida de Jesus e o sacramento da Eucaristia, sacramento do amor. Algumas pistas de reflexão podem ajudar.

 - São João não fala explicitamente da Instituição da Eucaristia. Prefere retratar alguns aspectos mais importantes dela, como o amor e o serviço, na cena da última ceia. Ele mostra a necessária ligação entre Eucaristia e compromisso com o próximo, o que dá sentido e autenticidade a ela. Comungar o Corpo de Cristo, sem comungá-lo na vida do irmão, seria grave incoerência.

- O texto inicia falando do amor extremo de Jesus: “tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim...”. Ao dizer “fim”, João está falando em duplo sentido: Jesus amou até o último instante de sua vida terrena e amou o máximo que pôde, isto é, de modo infinito e definitivo.

- Todo o desenrolar da ceia introduz o leitor num clima de amor profundo, que vai caracterizando a Eucaristia, instituída nessa mesma ceia, como sacramento de amor. Jesus quis fazer o vínculo necessário ente uma coisa e outra, para mostrar que aquele que partilha do seu Corpo, partilha igualmente da sua missão.

- A Eucaristia jamais será compreendida desvinculada do todo da vida de Jesus. Cada compromisso d’Ele com o próximo - especialmente com os pobres, marginalizados e pecadores - concretizou seu amor e sua missão, tudo encontrando sentido no desfecho de sua história: a morte na cruz (revelação máxima da glória, para São João), à qual a Eucaristia está intimamente vinculada.

- Comungar, sem querer servir e amar como Jesus amou, equivale a trair Jesus, como fez Judas.

- A ordem “façam isto em memória de mim”, célebre frase eucarística que sustenta a dimensão memorial da Eucaristia, equivale à ordem dada por Maria, aos servos de Caná: “Façam tudo o que Ele lhes disser” (cf. Jo 2,5). Portanto, “fazer” a Eucaristia é assumir a Palavra e seguir o exemplo de Jesus, que se resume no mandamento do Amor.

 

O sinal do pão

(Durante o canto, uma pequena procissão pode ser feita, introduzindo o pão, a bacia com água, e as frases-resumo da reflexão)

Canto: Só há lugar nessa mesa pra quem ama e pede perdão! Só comunga nessa ceia, quem comunga na vida do irmão! Só comunga nessa ceia, quem comunga na vida do irmão!

 

Salmo 22

Pelos prados e campinas verdejantes eu vou

É o Senhor que me leva a descansar
Junto às fontes de águas puras repousantes eu vou 
Minhas forças o Senhor vai animar 

Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará 
Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará.

 

Nos caminhos mais seguros junto d'Ele eu vou
E pra sempre o Seu nome eu honrarei


Se eu encontro mil abismos nos caminhos eu vou
Segurança sempre tenho em suas mãos 

Ao banquete em sua casa muito alegre eu vou
Um lugar em Sua mesa me preparou
Ele unge minha fronte e me faz ser feliz
E transborda a minha taça em Seu amor 

Com alegria e esperança caminhando eu vou
Minha vida está sempre em suas mãos
E na casa do Senhor eu irei habitar
E este canto para sempre irei cantar

 

Partilha do pão e compromisso eucarístico

 

O pão é repartido entre todos. Com um pedaço na mão, cada um é convidado a fazer, em silêncio ou em alta voz, seu compromisso eucarístico. Como quero viver minha comunhão com Jesus Cristo e com seu projeto? Em seguida, todos comem o pão.

  

Canto: Um Deus apaixonado

Um Deus apaixonado

Mandou o seu recado
Por meio de seu filho
E o filho foi Jesus
Mandou dizer que é pai
E ama tanto e tanto a cada um
Que até o fio de cabelo que nos cai
Porque ele é Pai seu coração percebe

Um filho apaixonado
Morreu crucificado
Paixão mais dolorida
O mundo nunca viu
Mas antes de morrer
Amando seus amigos um por um
Se ajoelhou, lavou os pés de cada qual
Fez muito mais: se fez nosso alimento

Ao longo do caminho
Existe um pão e um vinho
Que enchem de sentido
A vida de quem vai
Por isso ao receber
Jesus o filho Santo de Jávé
A minha fé me diz que posso ser feliz
E ele diz que vai ficar comigo

 

Conclusão e abraço da paz

 

O Deus do amor, que nos abençoa e nos alimenta com o Pão da Vida esteja conosco! Amém!

- Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

 

                 (Todos se cumprimentam com alegria)

 

Pe. Vanildo Paiva

texto utilizado no Seminário de Iniciação à vida Cristã - Regional Leste 2 em abril/2011

 

Equipe do Catequese hoje

15.11.2013